quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

22/02/09

























Levantamos com a missão de rodar 240 km ate Cuzco.

Logo no inicio caiu uma mala lateral da minha moto em uma ribanceira cheia de mato e eu acho ela por sorte.

O Marcelo que voltou na estrada pensando que ela tinha caído mais atrás tem sua primeira queda.

Seguimos em frente com chuva, lama fina, cascalho escorregando e riachos e rios a transpor.

Mesmo com a técnica de um ir dirigindo (Marcelo, piloto oficial off-road) e eu segurando ainda caímos com minha moto duas vezes (E esta filmado).

Chegamos acerca de 10 km do cume da cordilheira as 4 horas e depois de uma canja de galinha em uma cabana de uma senhora que por sorte descobrimos seguimos em frente.

Gastamos cerca de 50 minutos para percorrer os 10 kms e quando chegamos la em cima já era 5:30 hs. não podíamos perder tempo pois teríamos 12 km de descida na terra ate o inicio do asfalto.

Ja tinha escurecido e na descida mais emoção, eu cai por sorte, após atravessar um riacho, na valeta do barranco e digo por sorte pois se tivesse ido pro outro la do era priscipicio.

O Marcelo não percebeu e segui em frente quando viu procurou um lugar para para pois a estrada só cabe um carro e voltou a pé.

Eu consegui levantar a moto e desatolar e colocar de volta na estrada e fui em frente. Encontrei o Marcelo branco achando que eu tinha caído la embaixo pois ele me chamava e eu não respondia nem tinha barulho de motor ou farol ligado.

Mais abaixo o Marcelo também passou um apuro. A moto escorregou e ia em direçao ao abismo mas o Marcelo consegui joga-la de volta em direcão ao barranco. Tudo bem mas ele levou uma pancada na perna da pedalera e custou a parar e doer.

Já estávamos exaustos o asfalto nunca chegava, já tinha passado de 12 km e quando surge na frente outro rio, eu e o Marcelo paramos olhamos aquela encrenca.

Pe seco na agua novamente para passar as motos e mais alguns quilometros chegamos no asfalto, motvo de alegria pois sabiamso que o pior tinha ficado para tras.

Estávamos a cerca de 120 km de Cuzco e eram 8:00 hs, pensamos moleza asfalto novo e nossa praia. Demoramos duas horas para chegar em cusco sobe e desce cordilheira um frio do capeta.

Por fim em cuzco fomos procurar um Hotele depoisd e rodar achamos. Neste momento aconteceu uma cena insólita. A múmia do recepcionista falou que tinha garagem e no final não tinha e ele sugeriu colocar no hotel a frente do mesmo dono.

A fim de nos mostrar e abrir a garagem para nos ele ele já pediu para ir na minha garupa mas como estava sem pedaleira traseira (quebrei a do freio em uma queda e tiramos a do garupa), disse ao infeliz para ir na moto do Marcelo.

Acontece que eu e o Marcelo estávamos emparelhados com as motos e a múmia abaixou a pedaleira do lado direito, entre ele e minha moto, e sem avisar subir na moto.

Tanto eu como o Marcelo pensamos que ele ia dar a volta para abaixar a outra. Resultado o Marcelo desequilibrou e caiu com a moto para cima de mim que com o peso da moto dele cai também. Tive um acesso de riso pois não era possível passar pelo que passamos e ainda derubar as duas motos de uma vez.

Mas enfim estávamos de volta a civilização e amanha o dia só poderá ser melhor

O teclado em espanhol atrapalha pontuação












21/02/09





Amanheceu chovendo novamente e agora nao tem como ficar.

Saimos as 8:00 hs e com cerca de 10 kms acabou o asfalto.

Logo a frente do termino do sfalto tinha um desvio que um caminhao quebrou fechando o desvio.

Quem vinha do lado de Cuzco estava parado desde a noite anterior, carros caminhoes. onibus.

Chegou um trator e abriu mais o devio e liberram o transito para quem estava do outro lado, porem com tinha chovido a noite toda quando liberram para nos estava pura lama.

O Marcelo passou primeiro, no trilho da lama escorregando e eu fui atras mas a moto rabeou e eu tombei ela, ela praticamente deitou na parte alta da lama fora do trilho.

O pesoal ajudou a levantar e fomos embora, mais a frente o que encontramos pela frente foi lama, barro e mais lama. Logo foi a vez do Marcelo cair. Nao tinha como andar naquele piso pois nossa motos pesam cerca de 300 kg com bagagem ou seja se a moto escorrega nao da para segurar com o pe se fosse uma menor voce poe o pe no chao e nao deixa ela cair. Mas nas Varadero se ela pender ninguem segura. Se tivessemos colocados Pneus de trilha ficaria mehor mas em outros casos nao resolveria.

Quando ja estavamos pensando que nao conseguiriamos seguir viagem daquela forma acabou a lama e comecou uma terra cinza que era melhor de aderencia e seguimos viagem.

Mais a frente outro obstaculo os rios e riachos, o fundo deles era de pedras redondas de varios tamanhos desde pequenas atè grandes de 40 cm diametro, o que na pratica quer dizer quando entravamos com a moto ela escorregava a roda dianteira nas pedras do fundo e se perdessemos o equilibrio em vez de chao era agua.

O pior que na frente chegamos em um ponto de retencao pois o pessoal esta fazendo explosoes para asfaltar a estrada, chegamos 2:00 hs e so abria as 5:30. Com um jeitinho conseguimos passar mas apos 10 km tinha outro e nao teve como seguir.

Quando abriu as 5:30 seguimos viagem ja sabendo que so oderiamos seguir mais 20 km.

Cansados, sujos de lama atè o cabelo, eu ja tinha caido com a moto umas 4 vezes o Marcelo 2 e quando estamos chegando em Quinze mil o que vimos um rio de cerca de 40 metros de largura com correnteza forte. Aquilo foi uma porrada como iriamos passar, chegou uns rapazes com moto 125 e um passou em um ponto e o Marcelo foi atras, resultado o Marcelo caiu no meio do rio, corri para ajudar e fui segurando a moto na rabeta e ele apoiando o que dava com a perna mas mesmo assim na quase na saida tinha uma lage de cerca de 50 cm de altura e mesmo comigo ajudando a moto caiu e ficou mergulhada com as duas rodas para cima.

Levantamos e tiramos a moto da agua, e ai chegoua minha vez e fui pelo caminho do Marcelo com um rapaz segurando amoto e o Marcelo ajudou tambem da metada para frente, e como eu sabia onde estava a laje consegui passar sem cair.

Chegamos em Quinze mil cerca de 19:00 hs e a cidade parece do velho oeste. O Hotel que conseguimos era banheiro comum a todos e sem chuveiro quente. Faltando vidros na janela e so com tela para mosquito. O quarto so vendo quando eu postar as fotos. Fomos jantar no unico retaurante da cidade com menu unico e acabou ainda acabou a luz.

O meu quarto tinha uma porta para o quarto ao lado que era de um cara que trabalha na construcao da rodovia resultado fiquei ouvindo musica peruana ate tarde.

E assim foi este dia que ate entao tinha sido o mais dificil 140 km em 10 horas.






sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

20/02/09

Hoje amanheceu chovendo muito, e como teremos que atravessar um rio que com chuva fica fundo, resolvemos passar o dia aqui e esperar amanha.


Tivemos também o relato que na região da cordilheira onde passa só um carro quando se encontra um caminhão você tem que esperar na curva onde tem um espaço pra você se espremer e o cara passa.

Detalhe como na descida e no cascalho o caminhão não consegue frenar você que tem que sair da frente dele, escutamos relatos que eles nãoo respeitam a vida de ninguém.

E pra piorar como eles não conseguiriam descer margeando o priscipicio com roda direita eles descem na mão inglesa ou seja o retrovisor deles vem raspando o barranco e o cara que sobe passa pelo espaço que sobrar entre ele e o pris
cipicio.

Almoçamos Pollo com sapaghethi, que aqui e o frango com macarrão e um pedaço de Mandioca cozida (dura). Você escolhe que pedaço quer ( Pernas, lombo) pois è um pedaço só.

A noite o programa será Pollo com Papas que è o frango assado na braza com batatas (è especialidade da região).

Amanha pode cair ate canivete que vamos para a estrada se chegar e o rio estiver cheio amarramos as motos em um caminhão.

A cidade parece uma da Indonésia, China, etc.. cheia de motos o transito salve-se quem puder.

Vamos sair cedo e se der vamos direto à Cuzco.

19/02/09













Hoje saímos cedo do hotel e passamos na Honda para lubrificar a corrente das motos, pois eles haviam se esquecido disto na revisão.
Pegamos a estrada rumo a Puerto Maldonado no Peru. Fomos até Brasileia e Epitaciolandia que são duas cidades emendadas. Depois de muita informação errada fomos ate a aduana e fizemos nossa declaração de saída de bens. Quando chegamos a aduana o Robson batizou sua moto com o primeiro TOMBO. Mas ele foi rápido e não deu tempo de fotografar. Um policial o ajudou a levantar a moto.

Alias essas motos são um sucesso onde passamos ou paramos. Vem muita gente perguntar coisas e tirar fotos. Eles estão inclusive nos ajudando a facilitar os relacionamentos.

Achamos um restaurante que servia um peixe muito bom (Filhote). Robson comeu m0oueca e eu comi peixe frito. Muito calor neste dia.

Seguimos então para Assis Brasil que fica na fronteira entre Brasil e Peru. Lá tivemos que novamente ir a Receita Federal, a Imigraciones, a Aduana e finalmente a Policia Peruana. O Robson caiu novamente da moto. Acho que ele arrumou um jeito inusitado de quebrar o gelo quando ve alguma autoridade...kkkkkk.

Isso foi muito estressante, pois as informações passadas eram sempre desencontradas, alem de termos que esperar mais de 1 hora para eles retornarem do almoço. Após longas 2 horas finalizamos a documentação e pegamos a estrada novamente. Também fizemos o cambio do dinheiro de Real para Soles, moeda local.

Rodamos pela Interoceanica em excelente estado por 200 km. Passamos por varias pequenas vilas. Já deu para sentir que o pessoal daqui não respeita muito as leis de transito. Por isso temos que ter muito cuidado. Após os 200 Km de asfalto, pegamos mais 40 km de terra. Pegamos uma pequena balsa para fazer a travessia do rio que da acesso a Puerto Maldonado. São balsas bem pequenas, com acesso por uma rampa de tábuas estreitas. E para piorar ja havia anoitecido. Uma bagunça organizada. Nos cobraram 10 soles pelas duas motos.

Foi o primeiro dia da viagem que não pegamos chuva em nenhum momento. No final deu tudo certo. Achamos o hotel Cabana Quinta, indicação de um amigo. Jantamos na pizzaria El Hornito, também indicação dele. E fomos dormir pois o dia havia sido muito desgastante. Amanha seguiremos para Marcapata, que fica no meio da Cordilheira dos Andes.











quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

18/02/09


Hoje levantamos e fomos levar as motos para revisão.

O pessoal da Honda já nos aguardava, pois eu tinha agendado para 17 ou 18/02, porém desde 16/02 e os mecanicos nos aguardavam.

Fomos apresentados ao chefe de oficina, gerente de serviços, o pessoal de vendas foi nos conhecer e depois fomos apresentados ao diretor e seu pai Sr. Oswaldo presidente e fundador da empresa.

O Oswaldo tem uma historia grande com a transoceanica, ele é parente dos diretores atuais e foi sócio da Expresso Araçatuba.
Ele organizou expedições onde inclusive ganharam caminhões como patrocinio, onde junto com outros empresário iniciaram as rotas de transporte do Brasil, Bolivia e Peru. Visitem o site e acessem os tópicos iniciativas. http://www.arex.com.br/site/index.php

Conversamos por cerca de duas horas e ele me passou contatos na area de mineração no Peru e no final como ele é anunciante na televisão, ligou e marcou uma entrevista no estudio conosco as 16:00 hs, com moto e tudo.

Após as 18:00 nos encontraremos com o Marcos, um amigo da comunidade Viagem de moto America do Sul, que conhece até os cachorrtos do trecho.

As fotos da viagem irei inserir no Blog depois de Cuzco, amanhã seguiremos para Puerto Maldonado já no Peru.

17/02/09











Saímos cerca de 8:00 hs em direção a Porto Velho, de Cacoal a Ji-Paraná tinha bastante buraco o que atrasou a viagem.

Chegamos em Porto Velho as 13:30 e no almoço conhecemos um integrante do Motoclube Anacondas do Asfalto que nos convidou a dormir em Porto Velho pois organizaria um churrasco de confraternização. Lamentavelmente tivemos que recusar pois isto iria atrasar nossa viagem.

Após o almoço seguimos para Rio Branco e antes de atravessar o RIo Madeira de balsa outra lambança minha, minha blusa de chuva se soltou do elástico e prendeu na roda traseira, como resultado virou pó.

Chegamos a Rio Branco às 19:30 hs e como a delegação do Santos resolveu fechar o Hotel que tínhamos programado, tivemos que localizar outro.

E para variar depois do banho merecido fomos nos hidratar, e não querendo esparramar o Marcelo anda fraco para líquidos.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

16/02//09






Levantamos cedo e fomos para a concessionária Honda de Caceres para tentar consertar a roda ou arrumar um paliativo.

O pessoal nos recebeu muito bem e consegui uma oficina que reparou a roda em uma hora.

Saíamos cerca de 10:30 hs com destino a Cacoal, e neste dia resolvemos mudar de estratégia e não colocar mais a roupa de chuva que estava nos cozinhando. Deu certo não cozinhamos e só ficamos molhado. O cozido virou ensopado.

Rodamos cerca de 800 km e faltando vinte para chegarmos caiu uma chuva e chegamos ao hotel tão molhados que o pessoal teve que enxugar todo o corredor por onde passamos.

Chegamos as 19:30 hs e depois de um merecido banho fomos tomar algumas e pedimos uma pizza Portugueza e meia muzzarela, que na parte portugueza trocaram o ovo por batata, imagine que delicia. Não satisfeito pedimos uma canja que é melhor nem comentar.

Amanhã nosso destino será Rio Branco no Acre deveremos rodar cerca de 900 Km.

15/02/09













Saímos de Jataí cerca de 8:00 hs com destino a Caceres e para variar a chuva também.

Fomos bem até chegar em Rondonópolis tirando um tira e pôe de roupa de chuva.

Nunca vimos tantos caminhões bi-trem seguindo juntos, mais parecia comboio.

Para ultrapassar dava muito trabalho e a viagem não rendia.

Chegando em Rondonópolis eu cai em um buraco que amassou as duas rodas, mas até entãao não tinha sido muito grave.

Porém não percebemos que a roda dianteira murchou, o Marcelo chegou a alertar-me mas antes de achar um posto cai em outro buraco que amassou a roda da frente bastante.

Paramos em um posto que encheu o pneu e deu um jeito e parou de vazar, e assim chegamos em Caceres.

Marcelão pifou neste dia e não consegui sair para repor as energias, e eu tive que fazeer as vezes dele.







14/02/09








Começamos o dia com muita chuva. Saímos de casa cerca de 07:00 hs

Nos encontramos em Campos Altos as 10:30 hs e seguimos para Uberlandia com chuva direto.
as fazer o que, para quem tinha muita estrada pela frente não podíamos nem reclamar.

Em Uberlandia abastecendo um cara falou que a estrada por Itumbiara estava péssima que deveríamos ir por Ituiutaba.

Porém quando chegamos no trevão seguimos em direção a Itumbiara e para nossa surpresa a estrada é nova e duplicada. Marcelão disse o cara não sabe nada e eu logo concordei.

Quando chegamos na acesso a estrada que iria para Rio verde levamos um susto, paramos as motos e olhamos o que nos esperava. A estrada parecia que tinha sido bombardeada.

Quando falo bombardeada não estou exagerando era um buraco após o outro igual a um queijo.

Rodamos uns 100 km a cerca de 30 km/hh quando iniciamos o percurso eu logo falei para o Marcelo ir a frente e colocar seus conhecimentos de fora de estrada em ação, e fui atrás.

Chegamos em Jataí as 19:00 hs, e fomos tomar algumas pois fora merecido.












sábado, 14 de fevereiro de 2009

O Dia chegou

Como não podia deixar de ser arrumei um hora extra com os amigos no dia anterior.
Resultado fui dormir as 2:00 hs mas as 5:40 acordei, e quem dorme sabendo do tamanho de estrada que tem pela frente?
Esta chovendo fraco e não adianta, para quem quer ir tão longe isto não é impedimento.
Mandei uma msg para o comnpanheiro dizendo que estou pronto e vou aguardar clarear o dia para sair.
Como estou mais perto que ele do ponto de encontro é bobagem apressar, mas assim que clarear saio, pois se tiver que esperar que seja na estrada.